Ñatividadfe

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MUITO BEM! PARABÉNS A TODA A TURMA E!

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

foz

  • barraca
Carro entra ela praia da Foz do Arelho. Imagem DNPortugal
Uma viatura que alegadamente circulava a alta velocidade entrou hoje de manhã na praia da Foz do Arelho destruindo três barracas da concessão, sem causar feridos, disse fonte da capitania do Porto de Peniche.
O acidente ocorreu cerca das 09:00 da manhã quando “uma viatura, com dois jovens, de 19 e 21 anos, supostamente em alta velocidade, entrou pelo areal onde andou 36 metros” disse à Lusa o comandante da Capitania do Porto de Peniche, Patrocínio Tomás.

De acordo com a mesma fonte “embora não tenha havido

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

NAZARÉ 2011

 





A Nazaré é uma vila portuguesa no distrito de Leiria, região Centro e sub-região do Oeste, com cerca de 10 100 habitantes.
O actual espaço urbano aglutina três antigos povoados, Pederneira, Sítio da Nazaré e Praia da Nazaré, consequência da sua expansão natural e, principalmente, da construção de novos bairros. (P.D.M., 1997).
A vila é sede de um pequeno município com 80,49 km² de área e 15 060 habitantes (2001), subdividido em 3 freguesias. O município é rodeado a norte, leste e sul pelo município de Alcobaça e a oeste confina com o litoral do Oceano Atlântico

Vitor

BERLENGAS




A zona das Berlengas poderá acolher uma área de protecção para aves marinhas. A informação foi adiantada na semana passada pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.

http://www.regiaodeleiria.pt/2011/01/aves-marinhas-berlenga-pode-acolher-area-de-proteccao/

Vitor

CAVALO LUSITANO



Historial do Cavalo Puro Sangue Lusitano
Montado há já cerca de 5000 anos, o mais antigo cavalo de sela do Mundo chega ao limiar do século XXI reconquistando o esplendor de há dois mil anos, quando Gregos e Romanos o reconheceram como o melhor cavalo de sela da antiguidade.
Cavalo de "sangue quente" como o Puro Sangue Inglês e o Puro Sangue Árabe, o Puro Sangue Lusitano é o produto de uma selecção de milhares de anos, o que lhe garante uma "empatia" com o cavaleiro superior a qualquer raça moderna.
Seleccionado como cavalo de raça e de combate ao longo dos séculos, é um cavalo versátil, cuja docilidade, agilidade e coragem, lhe permitem hoje competir em quase todas as modalidades do moderno desporto equestre, confrontando-se com os melhores especialistas. No limiar do ano 2000 o Puro Sangue Lusitano, volta a ser procurado como montada de desporto e de lazer, e como reprodutor pelas suas raras qualidades de carácter e antiguidade genética.
A sua raridade resulta de um pequeníssimo efectivo de cerca de 2000 éguas produtoras. Em Portugal, berço da raça, estão apenas em produção cerca de 1000 éguas, no Brasil 600, em França 200, distribuindo-se as restantes pelo México, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Itália, Canadá e Estados Unidos da América.
Hoje o efectivo da Raça Lusitana está em crescimento, sobretudo na Europa e no Brasil, onde há uma extraordinária progressão em quantidade e qualidade. Entre nós, a qualidade geral da produção tem aumentado muito,e tudo leva a crer que se venham a estabelecer novas linhas dentro da Raça, contribuindo para o seu progresso e assegurando a sua vitalidade.
No século XXI, O Puro Sangue Lusitano será sempre o cavalo por excelência para a Arte Equestre e para o Toureio, mas, para além de ser o cavalo que dá maior prazer montar, continuará a surpreender pela sua natural aptidão para os obsctáculos, e para o Ensino e Atrelagem de Competição.
A institucionalização oficial do Stud-Book da Raça Lusitana, foi sem dúvida, um passo decisivo, no progresso da mesma, ao condicionar a admissão de reprodutores aos requisitos mínimos do respectivo padrão, dando origem a um generalizado e criterioso trabalho de selecção, facultando o conhecimento aprofundado das geneologias, permitindo perpetuar e tirar partido das linhas formadas a partir da insistência em determinados reprodutores (emparelhamento em linha).
Aliás para um processo zootécnico eficaz e relativamente rápido há que recorrer à selecção e à consanguinidade, sendo esta de evidente vantagem em aspectos que interessam ao criador, nomeadamente na pureza e uniformidade da raça e na consequente prepotência dos reprodutores obtidos.
http://www.cavalo-lusitano.com/cavalo-lusitano/historial/

Moçambique

Moçambique





Rio Minho

O Rio Minho é um dos rios ibéricos partilhados entre Portugal e Espanha, estabelecendo a fronteira entre os dois países num percurso de cerca de 70 Km para montante da foz (Baixo Minho), no extremo Noroeste de Portugal.


aimagemdapaisagem.nireblog.com


RIA DE AVEIRO

Entidade gestora do litoral impõe condições à ideia de criar zona balnear para diminuir congestionamento durante os meses de Verão das praiais de Ílhavo.

Se fosse possível afixar um painel ao longo da época balnear não seria difícil aparecer “lotação esgotada” nas praias da Costa Nova e Barra, no concelho de Ílhavo, tal a afluência em período de férias.
A falta de acessos, limitada à chegada principal pela A25 e um desvio secundário distante por Vagos, é causa, comum, de grandes congestionamentos no fluxo de trânsito durante a chamada época alta.
Uma realidade de todos os verões que deu força, em Ílhavo, à necessidade de criar uma nova praia oficial que possa ser alternativa, a médio prazo, às zonas balneares da Barra e Costa Nova, apesar de se anteverem resistências ao uso daquele território sensível.  
A ideia surgiu no programa eleitoral do PS apresentado nas últimas eleições autárquicas ,que viriam a ser ganhas, pela quarta vez, pelo social dem.

PRAIAS DE PORTUGAL



 





As origens de Sesimbra perderam-se nas memórias dos homens. Várias teses têm sido apresentadas sem que ainda se tivesse chegado a uma conclusão unânime. Uns falam de uma Zambra romana, outros de uma Sesimbrig celta e alguns, ainda, de uma Zimbra celtibera. Ao certo, encontraram-se vestígios de povoamento pré- histórico, restos que talvez possam atribuir-se a civilizações celtas ou pré-celtas, e abundantes documentos romanos e árabes, como moedas, cerâmica, túmulos, lápides, etc.
A existência do castelo está  intimamente ligada á história dos primeiros tempos da nacionalidade Portuguesa. Conquistado em 1165 por D. Afonso  Henriques, foi abandonado pouco depois pelos primeiros povoadores cristãos, dado que os mouros de Alcácer do Sal (uma das mais fortes e bem providas praças muçulmanas de então) investiram contra aquele reduto recém-conquistado pelas hostes do nosso primeiro rei. E em mãos árabes esteve até 1200, ano em que D.Sancho I a reconquistou definitivamente, auxiliado pelos cruzados francos de passagem para a terra Santa.
Como sempre, quando a história não responde ás origens de um povoado, a lenda vem em seu auxíli, suprindo essa falha. Tal é, também, o caso da antiquíssima Sesimbra, cuja origem do nome é perpetuada por uma velha tradição passada de geração em geração.
Diz-se que, nessa época, já aquela região era terra de pescadores, se bem que o castelo ainda não existisse e a população abitasse o lato do monte onde mais tarde se construiria a fortaleza.
Era senhor daquelas terras um homem tirânico que de todos exigia vassalagem. Era ele quem concedia as autorizações de pesca, sem as quais nenhum homem poderia partir para o mar, nem sequer para pescar o sustento da sua mesa. Além disso, cobrava tributos sobre o pescado, sobres os barcos e sobre tudo quanto entendesse. Alguns dos tributos eram desumanos e foi isso que o perdeu.
Um desses tributos, velho hábito ancestral, obrigava todas as ddonzelas que iam casar  a serem possuídas pelo tirano na v´spera do matrimónio.
Homens e mulheres sofriam por este gesto que o custume e o medo haviam quase legitimado, mas ninguém ousava rebelar-se contra o tirânico senhor.
Certo dia, porém, Zimbra e Maria decidiram casar-se. Zimbra era pescador, como todos os outros, e era jovem e ousado. Maria era mulher, fiha da mesma teraa, vítima silenciosa que seria do mesmo costume opressor.
Como sempre acontecia nestes casos, desceu-lhes ao pensamento a obrigação de vida ao senhor da terra. Maria dispôs-se a aceitar fatalmente, o tributo da sua virgindade.  Zimbra, contudo, não estava disposto a aceitar mudo e quedo aquela exigência que nada fundamentava ou legitimava. E, assim, dispôs-se ele a desafiar o estabelecido e aceite no mais íntimo dos seus conterrâneos.
Todos, e também Maria, o aconselharam a não lutar contra os desejos do velho tirano. Zimbra não deu ouvidos a ninguém, decidido como estava a que não acontecesse a Maria o mesmo que ás outras raparigas. E até ao fim ignorou os castigos que podiam esperá-lo naquela aventura.
Inicialmente só na sua determinação, conforme se foi aproximando o casamento, Zimbra foi sendo rodeado e apoiado pelos outros jovens pescadores da aldeia. Tiveram discussões quase intermináveis sobre o que lhes aconteceria quando o tirano viesse a sentir desautorizado. Mas Zimbra cansou-se daquela conversa vazia, só cheia de medos, e pôs cobro ás discussões apresentando o seu plano: desceriam até á borda do mar e aí se estabeleceriam num povoado autónomo e livre de toda a tirania.
Isto pareceu tão simples e razoável a todos os pescadores rebeldes que dissiparam os medos e se entregaram interios á coragem de Zimbra. Tal era a confiança que depositavam no pescador que mal aprovaram o plano de liberdade, como que perderam a vontade própria. E cada vez que se falava no propósito diziam:
Se Zimbra quiser...
Zimbra quis porque não o visitou o medo. No dia do seu casamento recebeu Maria e partiu monte abaixo até á praia. Com eles desceu um qrupo de casais e a expectativa.
Chegados ao sopé, delimitaram, segundo velhos rituais, os limites da nova aldeia, sacrificando no centro um animal, como lhes haviam ensinado os seu avós, que tinham recebido o ensinamento de outros antepassados. Em seguida, ergueram os pilares das suas novas casas, pobres choupanas de madeira cobertas de ramos de árvores. Tudo isto fizeram manifestando uma alegria toda natural e no final reuniam-se dançando velhas danças que evocavam pescas maravilhosas e esquecidas.
Quando soube disto, o tirano teve uma fúria imparável. Juntou quanta gente pôde e, sequioso de vingança, jurou não parar enquanto não desfizesse todas as esperanças de Zimbra e dos rebeldes.
Mas Zimbra e os habitantes do novo povoado sabiam o que os esperava. A pé firme, como quem espera o embate bruto do mar, esperaram a hoste do senhor. Estavam dispostos a tudo por Zimbra que lhes dera a sua coragem:
-         Se Zimbra quiser...
E Zimbra quis, mais uma vez. Quando aquela bruta onde de gente embateu nos seus corpos, resistiram serenos porque tinham o conhecimento íntimo de que a fúria duro um momento. Calmos, desfecharam os seus golpes no inimigo que sobre eles se abatia e num gesto de sabedoria mataram o tirano e todos os seus homens.
   Ficaram livres do jugo secular e injustificável dos tiranos da terra. Agora era-lhes
possível fazer do seu povoado uma terra de verdadeiros pescadores:
-         Se Zimbra quiser...
 E Zimbra, pela terceira e última vez, quis. De tal modo o quis que, muito tempo depois, quando Afonso Henriques conquistou o velho castelo fronteiro ao mar, era Sesimbra que lhe chamavam.
  
 http://sesimbra.no.sapo.pt/historia.htm






Rosas



Rosas: o secretismo (sub rosa), e, de certa forma, um símbolo pagão, ligado muitas vezes a segredos escondidos da igreja durante a Idade Média. A cada cor está associado um significado diferente, alguns desses significados estão listados em baixo:
Rosas Amarelas: amor por alguém que está a morrer ou um amor platónico
Rosas Azuis: verdadeiro amor eterno, raro, forte, que nunca se abala ou descolore, em algumas culturas ela tradicionalmente significa mistério ou a busca _ ou o alcance do impossível
Rosas Brancas: reverência, segredo, inocência, pureza e paz
Rosas Champanhe: admiração, simpatia
Rosas Coloridas em tons claros: amizade e solidariedade
Rosas Coloridas, predominando as vermelhas: amor, paixão e felicidade
Rosas Cor-de-rosa: gratidão, agradecimento, o feminino (muitas vezes aparece simbolizando o útero em algumas culturas, como o gineceu está para a cultura ocidental - ver cor-de-rosa)
Rosas Vermelhas: paixão, amor, respeito, adoração
Rosas Vermelhas com Amarelas: felicidade
Rosas Vermelhas com Brancas: harmonia, unidade

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rosa

Ano-novo chines

Ano-novo chinês é uma referência à data de comemoração do ano novo adotadas por diversas nações do Oriente que seguem um calendário tradicional distinto do Ocidental, o Calendário chinês.
As diferenças entre os dois calendários fazem que a data de início de cada ano-novo chinês caia a cada ano em uma data diferente do calendário ocidental.
Os chineses relacionam cada novo ano a um dos doze animais que teriam atendido ao chamado de Buda para uma reunião. Apenas doze se apresentaram, Buda em agradecimento os transformou nos signos da Astrologia chinesa.
Os doze animais do Horóscopo chinês a que correspondem os anos chineses são, de acordo com a ordem que teriam se apresentado a Buda na lenda acima citada: rato, búfalo, tigre, coelho, dragão, cobra, cavalo, cabra, macaco, galo, cão e o javali. Desta forma, se 2008 é o ano do rato, 2009 é atribuído ao Boi (búfalo), 2010 ao Tigre, e assim por diante






NOTÍCIAS DO EGIPTO




Egipto



Vice-presidente do Egipto reúne oposição para dialogar

Hoje às 10:01

Dez dias depois da contestação no Egipto, o vice-presidente chamou os partidos e movimentos da oposição para dialogar. Ao mesmo tempo, surgem apelos dos principais lideres europeus

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     ISABEL

TORRES VEDRAS




TORRES VEDRAS


Hoje um centro urbano animado e com um óptimo comércio, a história de Torres Vedras fê-la tornar conhecida pelas defesas fortificadas que o duque de Wellington ergueu contra as tropas de Napoleão, durante as invasões francesas (posteriormente conhecidas como Linhas de Torres).


AMELIA

Caldas da Rainha





A cadeia de hotelaria Sana Hotels vai adquirir o Hotel Lisbonense, nas Caldas da Rainha, encontrando-se neste momento a concluir o processo de aquisição da unidade à FDO, empresa que reconstruiu o hotel.
Segundo informação publicada pela imprensa regional e pelo Expresso, o processo de aquisição da unidade decorre a bom ritmo, devendo estar concluído em breve, estando previsto que o novo Hotel Lisbonense possa abrir nos próximos meses.
De acordo com declarações de Américo Tomás, director-geral de operações do Grupo Sana, o grupo hoteleiro está neste momento a definir um modelo de negócio para a unidade e uma tipologia de produto compatível com a da cadeia, sendo possível que o hotel abra sob a nova marca logo de seguida.
Américo Tomás não revela qualquer data provável para a abertura da unidade, nem confirma sequer que a inauguração possa acontecer na Primavera, como chegou a ser avançado à Gazeta das Caldas pela agência de comunicação que representa a FDO.
Recorde-se que o Hotel Lisbonense, unidade emblemática nas Caldas da Rainha, foi totalmente reconstruído, depois de vários anos abandonado após o encerramento, na década de 70, numa obra que ficou concluída em meados do ano passado. 





Victor Cabral

Victor Cabral