Ñatividadfe

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MUITO BEM! PARABÉNS A TODA A TURMA E!

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

PRAIAS DE PORTUGAL



 





As origens de Sesimbra perderam-se nas memórias dos homens. Várias teses têm sido apresentadas sem que ainda se tivesse chegado a uma conclusão unânime. Uns falam de uma Zambra romana, outros de uma Sesimbrig celta e alguns, ainda, de uma Zimbra celtibera. Ao certo, encontraram-se vestígios de povoamento pré- histórico, restos que talvez possam atribuir-se a civilizações celtas ou pré-celtas, e abundantes documentos romanos e árabes, como moedas, cerâmica, túmulos, lápides, etc.
A existência do castelo está  intimamente ligada á história dos primeiros tempos da nacionalidade Portuguesa. Conquistado em 1165 por D. Afonso  Henriques, foi abandonado pouco depois pelos primeiros povoadores cristãos, dado que os mouros de Alcácer do Sal (uma das mais fortes e bem providas praças muçulmanas de então) investiram contra aquele reduto recém-conquistado pelas hostes do nosso primeiro rei. E em mãos árabes esteve até 1200, ano em que D.Sancho I a reconquistou definitivamente, auxiliado pelos cruzados francos de passagem para a terra Santa.
Como sempre, quando a história não responde ás origens de um povoado, a lenda vem em seu auxíli, suprindo essa falha. Tal é, também, o caso da antiquíssima Sesimbra, cuja origem do nome é perpetuada por uma velha tradição passada de geração em geração.
Diz-se que, nessa época, já aquela região era terra de pescadores, se bem que o castelo ainda não existisse e a população abitasse o lato do monte onde mais tarde se construiria a fortaleza.
Era senhor daquelas terras um homem tirânico que de todos exigia vassalagem. Era ele quem concedia as autorizações de pesca, sem as quais nenhum homem poderia partir para o mar, nem sequer para pescar o sustento da sua mesa. Além disso, cobrava tributos sobre o pescado, sobres os barcos e sobre tudo quanto entendesse. Alguns dos tributos eram desumanos e foi isso que o perdeu.
Um desses tributos, velho hábito ancestral, obrigava todas as ddonzelas que iam casar  a serem possuídas pelo tirano na v´spera do matrimónio.
Homens e mulheres sofriam por este gesto que o custume e o medo haviam quase legitimado, mas ninguém ousava rebelar-se contra o tirânico senhor.
Certo dia, porém, Zimbra e Maria decidiram casar-se. Zimbra era pescador, como todos os outros, e era jovem e ousado. Maria era mulher, fiha da mesma teraa, vítima silenciosa que seria do mesmo costume opressor.
Como sempre acontecia nestes casos, desceu-lhes ao pensamento a obrigação de vida ao senhor da terra. Maria dispôs-se a aceitar fatalmente, o tributo da sua virgindade.  Zimbra, contudo, não estava disposto a aceitar mudo e quedo aquela exigência que nada fundamentava ou legitimava. E, assim, dispôs-se ele a desafiar o estabelecido e aceite no mais íntimo dos seus conterrâneos.
Todos, e também Maria, o aconselharam a não lutar contra os desejos do velho tirano. Zimbra não deu ouvidos a ninguém, decidido como estava a que não acontecesse a Maria o mesmo que ás outras raparigas. E até ao fim ignorou os castigos que podiam esperá-lo naquela aventura.
Inicialmente só na sua determinação, conforme se foi aproximando o casamento, Zimbra foi sendo rodeado e apoiado pelos outros jovens pescadores da aldeia. Tiveram discussões quase intermináveis sobre o que lhes aconteceria quando o tirano viesse a sentir desautorizado. Mas Zimbra cansou-se daquela conversa vazia, só cheia de medos, e pôs cobro ás discussões apresentando o seu plano: desceriam até á borda do mar e aí se estabeleceriam num povoado autónomo e livre de toda a tirania.
Isto pareceu tão simples e razoável a todos os pescadores rebeldes que dissiparam os medos e se entregaram interios á coragem de Zimbra. Tal era a confiança que depositavam no pescador que mal aprovaram o plano de liberdade, como que perderam a vontade própria. E cada vez que se falava no propósito diziam:
― Se Zimbra quiser...
Zimbra quis porque não o visitou o medo. No dia do seu casamento recebeu Maria e partiu monte abaixo até á praia. Com eles desceu um qrupo de casais e a expectativa.
Chegados ao sopé, delimitaram, segundo velhos rituais, os limites da nova aldeia, sacrificando no centro um animal, como lhes haviam ensinado os seu avós, que tinham recebido o ensinamento de outros antepassados. Em seguida, ergueram os pilares das suas novas casas, pobres choupanas de madeira cobertas de ramos de árvores. Tudo isto fizeram manifestando uma alegria toda natural e no final reuniam-se dançando velhas danças que evocavam pescas maravilhosas e esquecidas.
Quando soube disto, o tirano teve uma fúria imparável. Juntou quanta gente pôde e, sequioso de vingança, jurou não parar enquanto não desfizesse todas as esperanças de Zimbra e dos rebeldes.
Mas Zimbra e os habitantes do novo povoado sabiam o que os esperava. A pé firme, como quem espera o embate bruto do mar, esperaram a hoste do senhor. Estavam dispostos a tudo por Zimbra que lhes dera a sua coragem:
-         Se Zimbra quiser...
E Zimbra quis, mais uma vez. Quando aquela bruta onde de gente embateu nos seus corpos, resistiram serenos porque tinham o conhecimento íntimo de que a fúria duro um momento. Calmos, desfecharam os seus golpes no inimigo que sobre eles se abatia e num gesto de sabedoria mataram o tirano e todos os seus homens.
   Ficaram livres do jugo secular e injustificável dos tiranos da terra. Agora era-lhes
possível fazer do seu povoado uma terra de verdadeiros pescadores:
-         Se Zimbra quiser...
 E Zimbra, pela terceira e última vez, quis. De tal modo o quis que, muito tempo depois, quando Afonso Henriques conquistou o velho castelo fronteiro ao mar, era Sesimbra que lhe chamavam.
  
 http://sesimbra.no.sapo.pt/historia.htm






Rosas



Rosas: o secretismo (sub rosa), e, de certa forma, um símbolo pagão, ligado muitas vezes a segredos escondidos da igreja durante a Idade Média. A cada cor está associado um significado diferente, alguns desses significados estão listados em baixo:
Rosas Amarelas: amor por alguém que está a morrer ou um amor platónico
Rosas Azuis: verdadeiro amor eterno, raro, forte, que nunca se abala ou descolore, em algumas culturas ela tradicionalmente significa mistério ou a busca _ ou o alcance do impossível
Rosas Brancas: reverência, segredo, inocência, pureza e paz
Rosas Champanhe: admiração, simpatia
Rosas Coloridas em tons claros: amizade e solidariedade
Rosas Coloridas, predominando as vermelhas: amor, paixão e felicidade
Rosas Cor-de-rosa: gratidão, agradecimento, o feminino (muitas vezes aparece simbolizando o útero em algumas culturas, como o gineceu está para a cultura ocidental - ver cor-de-rosa)
Rosas Vermelhas: paixão, amor, respeito, adoração
Rosas Vermelhas com Amarelas: felicidade
Rosas Vermelhas com Brancas: harmonia, unidade

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rosa

Ano-novo chines

Ano-novo chinês é uma referência à data de comemoração do ano novo adotadas por diversas nações do Oriente que seguem um calendário tradicional distinto do Ocidental, o Calendário chinês.
As diferenças entre os dois calendários fazem que a data de início de cada ano-novo chinês caia a cada ano em uma data diferente do calendário ocidental.
Os chineses relacionam cada novo ano a um dos doze animais que teriam atendido ao chamado de Buda para uma reunião. Apenas doze se apresentaram, Buda em agradecimento os transformou nos signos da Astrologia chinesa.
Os doze animais do Horóscopo chinês a que correspondem os anos chineses são, de acordo com a ordem que teriam se apresentado a Buda na lenda acima citada: rato, búfalo, tigre, coelho, dragão, cobra, cavalo, cabra, macaco, galo, cão e o javali. Desta forma, se 2008 é o ano do rato, 2009 é atribuído ao Boi (búfalo), 2010 ao Tigre, e assim por diante






NOTÍCIAS DO EGIPTO




Egipto



Vice-presidente do Egipto reúne oposição para dialogar

Hoje às 10:01

Dez dias depois da contestação no Egipto, o vice-presidente chamou os partidos e movimentos da oposição para dialogar. Ao mesmo tempo, surgem apelos dos principais lideres europeus

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     ISABEL

TORRES VEDRAS




TORRES VEDRAS


Hoje um centro urbano animado e com um óptimo comércio, a história de Torres Vedras fê-la tornar conhecida pelas defesas fortificadas que o duque de Wellington ergueu contra as tropas de Napoleão, durante as invasões francesas (posteriormente conhecidas como Linhas de Torres).


AMELIA

Caldas da Rainha





A cadeia de hotelaria Sana Hotels vai adquirir o Hotel Lisbonense, nas Caldas da Rainha, encontrando-se neste momento a concluir o processo de aquisição da unidade à FDO, empresa que reconstruiu o hotel.
Segundo informação publicada pela imprensa regional e pelo Expresso, o processo de aquisição da unidade decorre a bom ritmo, devendo estar concluído em breve, estando previsto que o novo Hotel Lisbonense possa abrir nos próximos meses.
De acordo com declarações de Américo Tomás, director-geral de operações do Grupo Sana, o grupo hoteleiro está neste momento a definir um modelo de negócio para a unidade e uma tipologia de produto compatível com a da cadeia, sendo possível que o hotel abra sob a nova marca logo de seguida.
Américo Tomás não revela qualquer data provável para a abertura da unidade, nem confirma sequer que a inauguração possa acontecer na Primavera, como chegou a ser avançado à Gazeta das Caldas pela agência de comunicação que representa a FDO.
Recorde-se que o Hotel Lisbonense, unidade emblemática nas Caldas da Rainha, foi totalmente reconstruído, depois de vários anos abandonado após o encerramento, na década de 70, numa obra que ficou concluída em meados do ano passado. 





Victor Cabral

Victor Cabral